Estrategias de diferenciación en la composición musical: Mario Lavista y el México de fines de los sesenta y comienzos de los setenta.
Resumo
En la vida musical y artística de México, la década de los sesenta y el comienzo de los setenta constituyen un singular momento de replanteamiento del futuro y crítica del pasado. Dentro de este período abordamos aquí la primer década como compositor de Mario Lavista (1943), un protagonista clave cuyas contribuciones ilustran muchos de los aspectos que orientan el perfil musical de la segunda mitad del siglo XX en México. A lo largo del artículo analizamos la manera como en estos años Lavista se relaciona con las vanguardias norteamericanas y europeas. Se describe la secuencia de obras en las que el compositor utiliza lenguajes atonales, experimentación con nuevas técnicas instrumentales y la reinvención del rol del intérprete. Estas acciones sirven como estrategias de diferenciación que alimentan el discurso de oposición al nacionalismo que permea la recepción de Lavista. El estudio más detallado de esta primera década en la obra del compositor previene que quede rezagada dentro de los discursos históricos del mismo, o que simplemente sea vista como una etapa inicial. Si bien puede decirse que en obras posteriores Lavista entra en una etapa diferente, muchos de los ingredientes que hasta hoy constituyen su lenguaje están ya presentes en este período inicial.
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Direitos autorais (c) 2018 Luisa Vilar Payá, Ana R. Alonso Minutti

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